domingo, 22 de maio de 2011

Avaliação da qualidade nutricional da silagem de cana-de-açúcar com aditivos

Objetivou-se avaliar as características fermentativas e a qualidade nutricional da silagem de cana-de-açúcar tratada com aditivos microbianos e enriquecida com 10% de resíduo da colheita de soja, com base no peso verde da cana. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente ao acaso, com três repetições, utilizando-se a variedade RB855536, colhida em soca aos 16 meses. Embora a adição do resíduo da colheita de soja tenha promovido aumento do pH final da silagem, os tratamentos com resíduo diminuíram em 33% as perdas de matéria seca das silagens e em 60% o teor de N-amoniacal em relação ao nitrogênio total. A adição dos inoculantes reduziu o pH da silagem quando em associação ao resíduo de soja, não exercendo efeito significativo sobre os outros parâmetros estudados. Em todos os tratamentos, as silagens apresentaram maiores concentrações dos componentes da fibra e redução nos teores de MS em relação ao material original, antes da ensilagem. Nos tratamentos com resíduo, os valores de digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) foram superiores aos obtidos nos demais tratamentos. Quando comparado o material utilizado para ensilagem, a redução na digestibilidade foi superior para os tratamentos sem o resíduo (24,3 vs 9,3%). A associação do resíduo da colheita de soja à cana-de-açúcar para ensilagem proporcionou melhor qualidade nutritiva, com menores perdas de MS e carboidratos solúveis, principalmente na forma de gases, e, conseqüentemente, menor acúmulo dos componentes da parede celular, além de redução na DIVMS da forragem. Não se recomenda a utilização dos inoculastes L. plantarum e L. buchneri na ensilagem da cana-de-açúcar, pois nenhuma melhoria foi observada na composição química ou no perfil de fermentação das silagens.

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Postagem por:
Jefferson Cavanholi

Aditivos químicos

Curiosidades:
  • Como os doze aditivos sintéticos mais comuns que devem ter um consumo restrito ou evitado e seus riscos para a saúde humana:
1. Gorduras Hidrogenadas: riscos de doenças cardiovasculares e obesidade.
2. Corantes artificiais para alimentos: alergias, asma, hiperatividade, possibilidade de serem substâncias carcinogênicas (que induzem o aparecimento de cânceres).
3. Nitritos e Nitratos: essas substâncias podem gerar nitrosaminas no organismo, que podem ser cancerígenas.
4. Sulfitos (dióxido de enxofre, metabisulfito e outros): reações alérgicas e asmáticas.
5. Açúcares e Adoçantes: obesidade, cáries, diabetes, hipoglicemia, incremento de triglicerídeos (gordura na corrente sangüínea) ou candidíase.
6. Adoçantes Artificiais (aspartame, acesulfame K e sacarina): problemas de comportamento, hiperatividade, alergias e possivelmente carcinogênicos. O Governo desaconselha o uso de adoçantes artificiais para crianças e mulheres grávidas. Qualquer pessoa com fenilcetonúria (com incapacidade para metabolizar o aminoácido “fenilalanina” presente nas proteínas) não deve usar o aspartame.
7. Glutamato Monossódico: alergias e reações como dores de cabeça e depressão, também pode agir como uma neurotoxina.
8. Conservantes (Butil Hidroxitolueno – BHT; Butil Hidroxianizol – BHA; Cálcio Dissódico – EDTA, entre outros): reações alérgicas, hiperatividade, possibilidade de causar câncer. O BHT pode ser tóxico para o sistema nervoso.
9. Flavorizantes Artificiais: alergias e alterações no comportamento.
10. Farinhas Refinadas: baixo teor de calorias, desbalanceamento de carboidratos, alterações na produção de insulina.
11. Sal (excesso): retenção de líquidos no corpo e aumento da pressão arterial.
12. Olestra (um tipo de gordura artificial): diarréia e distúrbios digestivos.
  • “Muitas pessoas acreditam que a Química é algo que prejudica a saúde do ser humano. Entretanto, ao realizarmos este trabalho, pudemos concluir que não poderíamos cozinhar um pão ou um bolo sem a Química, e que os aditivos químicos podem prejudicar a saúde se forem utilizados em quantidades exageradas. Mas podem ajudar a conservar, por exemplo, a qualidade do alimento por muito mais tempo, se usado na quantidade correta”.
  • “É possível pão sem química?”
Conclui-se que não. Porque para se fazer o pão, utiliza-se a farinha como um dos principais ingredientes e esta, ao ser aquecida, sofre uma reação química (fermentação). Se a farinha não passar por esse processo, não há pão. Por exemplo, a água é totalmente saudável e ela é composta por dois elementos químicos: hidrogênio (H) e oxigênio (O). Por isso, nem tudo o que é químico faz mal.
Nada mais simples, nada mais antigo que os gestos do pão: quase não mudaram desde que eram praticados, no Egito, há três mil anos. O amassamento consiste em unir na massa a água, o fermento e a farinha, com um pouco de sal, para melhorar o gosto final. O fermento serve, durante a panificação, para tornar a massa leve, criando alvéolos (espaços vazios) nela; ele também confere sabores e cores ao pão. O cozimento permite que o ar introduzido pelo amassamento e o dióxido de carbono liberado pelo fermento se dilata; simultaneamente, a água e o álcool evaporam, a atividade do fermento aumenta. Em temperaturas superiores a 60°C, o fermento cessa toda a atividade em temperaturas superiores a 90°C, a crosta começa a se formar. Em seguida, a temperatura de 100°C se distribui no pão; o amido se gelifica em gomas, passa de um estado semicristalino a um estado amorfo e o miolo se forma. As proteínas do glúten são desnaturadas pelo calor, coagulam após terem perdido sua água de hidratação e formam o esqueleto rígido do miolo. A água que se evapora só abandona a massa pela superfície: esta seca e endurece; a crosta se forma.Assim, não é possível obtermos pão sem química”.

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Postagem por:
Jefferson Cavanholi

Aditivos alimentares

Os aditivos alimentares são largamente utilizados pela indústria alimentícia. Aqui vale a máxima “é a dose que faz o veneno”. Na prática isso significa controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a dieta. Assim, o consumidor elimina o risco de estar acumulando altos níveis de uma determinada substância química no organismo. A dosagem de cada um dos aditivos considerada segura é determinada pela FAC e pela OMS – respectivamente Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura e Organização Mundial de Saúde. Veja o significado e a indicação dos estranhos nomes nos rótulos dos produtos industrializados:
C: São corantes naturais (Cl) ou artificiais (C2).
F: Indica aromatizantes ou flavorizantes, que têm o papel de realçar, respectivamente, o odor e o sabor dos alimentos. Há naturais e artificiais.
EP: Sinónimo de espessante, cuja função é dar consistência ao alimento. Geralmente, é de origem vegetal.
U: É o umectante. que impede o ressecamento do alimento.
AU: São os anti-umectantes, que evitam a absorção de umidade.
ET: Indica a presença de estabilizantes para impedir que os diferentes ingredientes se separem. Os mais comuns são óleos naturais.
H: Sigla dos acidulantes, responsáveis por acentuar o sabor ácido do alimento industrializado. Alguns estão naturalmente presentes nas frutas.
D: Ou edulcorantes. Usados nos produtos dietéticos em substituição ao açúcar.
P: Significa a presença de conservantes.
A: São os anti-oxidantes, que evitam a rancificação de produtos gordurosos.


Fonte:
http://universoalimentos2.blogspot.com/search/label/aditivos

Postagem por:
Jefferson Cavanholi

Alimentos Verdes

Ricos em cálcio, fósforo e ferro (que é melhor absorvido na presença da vitamina C, encontrados nos alimentos amarelo- alaranjados e vermelhos). Fortalecem ossos e dentes, auxiliam o crescimento e a coagulação do sangue, evitam a fadiga mental, ajudam na produção de glóbulos vermelhos do sangue.
A clorofila é que define a cor deste grupo e é considerada um energético celular. De acordo com a medicina chinesa, o consumo de folhas verdes favorece a oxigenação das células e melhora o metabolismo da energia. Possuem o alginato de sódio, um quelante dos aditivos químicos, ou seja, esses aditivos não são absorvidos pelo nosso organismo e ajuda a eliminar metais pesados pelas fezes.

Salada de VagemExemplos:
  • Abacate
  • Abobrinha Verde
  • Acelga
  • Almeirão
  • Alface
  • Agrião
  • Brócolis
  • Cebolinha
  • Coentro
  • Couve
  • Couve de Bruxelas
  • Chicória
  • Chuchu
  • Ervilha
  • Espinafre
  • Escarola
  • Jiló
  • Kiwi
  • Limão
  • Manjericão
  • Maxixe
  • Mostarda
  • Pepino
  • Pimentão Verde
  • Quiabo
  • Repolho
  • Rúcula
  • Salsa
  • Uva Verde
  • Vagem

Fonte:
http://mulheresperta.com.br/saude/alimentos-verdes/

Postagem por:
Douglas Garra dos Reis

Aditivos

Os aditivos são elementos ou substâncias químicas misturados a outros elementos ou substâncias conferindo à mistura propriedades específicas.

Tão antigo é o uso destas substâncias que no  código de Hamurabi, cerca de 2100 A.C. na
antiga Babilônia, havia regras para sua utilização na produção e venda da cerveja.


Desde 1516 há uma lei na Bavária estabelecendo que esta bebida só pode conter água, cevada e lúpulo (eles desconheciam à época as leveduras).

Também  o vinho na  antiguidade era aditivado para disfarçar o gosto azedo quando avinagrado e se conhece que desde a idade média  houve leis explícitas contra os vinhos corrompidos.

No século XVIII o aumento da demanda por vinhos levou a uma onda de fraudes quando se usavam diluentes e aditivos para fazer render as produções ou disfarçar a baixa qualidade.

No século XX foram estabelecidas as bases da produção controlada principalmente para diminuir os produtos fraudulentos devido ao uso de aditivos.

Usam-se aditivos em muitos produtos de consumo moderno, como alimentos, medicamentos,
cosméticos, produtos saneantes, tecidos e equipamentos, todos com alguma interação com a fisiologia do corpo humano ou de animais e plantas que servem para alimentação e o convívio das espécies.

Algumas destas substâncias são  produtos artificiais que nunca existiram na natureza.

As conseqüências da exposição maciça a estas substâncias foi o surgimento de afecções tóxicas pondo uma possibilidade real de dano à qualidade de vida dos sujeitos submetidos a tais riscos.

A história recente obrigou a que se desenvolvessem técnicas e métodos científicos que permitissem a adequada avaliação destes riscos.

Fonte:
http://www.visbrasil.org.br/resenhas/Aditivos.pdf

Postagem por:
Adriano Felipe de Carvalho

Classificação dos Aditivos Químicos

Os aditivos químicos são classificados em vários tipos, entre eles: 

Corantes - A função dos corantes é "colorir" os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais e mais agradável, portanto, aos olhos do consumidor. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência têm um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor. Uma gelatina de morango, por exemplo, que fosse transparente não faria sucesso. Um refrigerante sabor laranja sem corantes ficaria com a aparência de água pura com gás, o que faria que parecesse mais artificial, dificultando sua aceitação. É inegável que uma bebida com sabor de laranja e com cor de laranjada é muito mais agradável de se beber do que uma bebida incolor com gosto de laranja. Os corantes são encontrados na grande maioria dos produtos industrializados, como as massas, bolos, margarinas, sorvetes, bebidas, gelatinas, biscoitos, entre outros. 

Aromatizantes - Os aromatizantes têm por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma. Assim como os corantes, os aromatizantes também fazem com que os alimentos industrializados se pareçam mais com os produtos naturais, pois como já foi dito, isso é essencial na aceitação do produto pelo consumidor. São encontrados em sopas, carnes enlatadas, biscoitos, bolos, sorvetes, entre outros. 

Conservantes - Ao contrário dos corantes e aromatizantes, os chamados conservantes não possuem função de fazer com que os produtos industrializados pareçam ser o que na realidade não são, ou seja, naturais. Sua meta é evitar a ação dos microorganismos que agem na deterioração dos alimentos, fazendo com que durem mais tempo sem estragar. É possível reconhecer o uso de conservantes na composição dos produtos a partir da leitura dos rótulos das embalagens. Eles são caracterizados pelos códigos P1 a P10. São encontrados em refrigerantes, concentrados de frutas, chocolates, sucos, queijos fundidos, margarinas, conservas vegetais, carnes, pães, farinhas e em milhares de outros alimentos industrializados. 


Antioxidantes - Assim como os conservantes, os antioxidantes procuram manter os alimentos em boas condições de consumo por mais tempo. Eles têm sua principal aplicação em óleos e gorduras, impedindo ou retardando sua deterioração, evitando a formação de "ranço" por algum processo de oxidação. Podem ser encontrados em sorvetes, leite em pó instantâneo, leite de coco, produtos de cacau, conservas de carne, cerveja, margarina, óleos e gorduras em geral, farinhas, polpa e suco de frutas, refrescos e refrigerantes. 


O sorvete é um exemplo de estabilizante.Estabilizantes - São utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as proteínas dos alimentos. É possível identificá-los nos rótulos das embalagens pelos códigos ET1 até ET29. 

Reguladores de Acidez - São utilizados para alterar ou controlar a acidez ou alcalinidade dos alimentos. 








O leite em pó é um produto que contém antiaglomerantes e antiumectantesAntiaglomerantes - Os antiaglomerantes são aditivos alimentares muito usados em alimentos em pó, pois evitam a aglomeração de partículas que tendem a juntar-se, formando uma espécie de caroço. Essa tendência à aglomeração dos produtos em pó deve-se a uma combinação de fatores, como temperatura, umidade e pressão. 

Antiumectantes – Assim como os antiaglomerantes, os antiumectantes são substâncias capazes de reduzir as características que absorvem a umidade do ar dos alimentos, ou seja, impedem que as partículas individuais dos alimentos juntem-se às outras devido à umidade.

Antiespumíferos - Um agente antiespuma, ou simplesmente antiespumante, é um aditivo alimentar que intenciona inibir a efusão e a efervescência durante o preparo e consumo de um alimento. Os agentes antiespuma estão incluídos em uma grande variedade de alimentos como os refrigerantes e empanados para evitar a produção demasiada de bolhas durante a fritura. 

Clarificantes – São substâncias que retiram a turbidez dos alimentos. Os aditivos 11, 12 e 13, são considerados coadjuvantes de tecnologia de fabricação. Serve como auxiliares na elaboração de matéria-prima ou de alimentos, durante o processo de fabricação. 

Agentes de Volume - São incorporados para aumentar o volume do alimento, sem alterar as suas características (por exemplo, amido). 

Exemplo de EmulsificantesEmulsificantes - Fazem com que a água e óleos permaneçam misturados numa emulsão, como na maionese. 

Intensificadores de Sabor - Intensificadores de sabor são aditivos alimentares, ou seja, substâncias que, se adicionadas aos alimentos, realçam o seu flavor, tornando-os mais saborosos, entre eles o ácido glutâmico, o glutamato monossódico e o guanilato dissódico. 

Espessantes - São substâncias químicas que aumentam a consistência dos alimentos. São hidrossolúveis e hidrofílicos, usados para dispersar, estabilizar ou evitar a sedimentação de substâncias em suspensão. 


Mentos, um produto que contém gelificantesGelificantes – Os gelificantes atuam no alimento para que este adquira a consistência de um gel. Além de não causar nenhum dano a saúde. Em uma dieta líquida espessada, o amido de milho ou a maizena em contato com o pH ácido do estômago forma gel e assim torna mais lento o esvaziamento do alimento no estômago, e evita refluxo. 

Além desses aditivos, existem muitos outros, entre eles: endurecedores; espumantes; dispersantes de gases; levedantes químicos; agentes de transporte; sais de fusão; dispersantes de proteínas; agentes de brilho e proteção superficial; amidos modificados; gases de embalagem e propulsores e complexantes de metais. 

As consequências do uso de alimentos com aditivos químicos podem acarretar várias doenças graves, entre elas o câncer, o cálculo renal, alergias, crescimento retardado, disfunções metabólicas, toxidade sobre fetos, distúrbios gastrointestinais, mutações genéticas, anemia, diarreia, irritações, lesões renais, cirrose hepática, descalcificação dos ossos, irritação intestinal, asma e muitos mais. 


Fonte:
http://1v07.blogspot.com/2009/10/classificacao-dos-aditivos-quimicos.html

Postagem por:
Douglas Garra dos Reis